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BREXIT: um tema para estudar e reflectir.

np mirror.200np sun.200Nesta madrugada aconteceu o BREXIT.
Os mídia e muitos 'opinion makers' apressam-se a conduzir-nos para uma avaliação dicotómica deste importante acontecimento.

 Há quem já esteja a usar o  Brexit como um elemento simplista para a divisão de quantos convergem na defesa de mais democracia e mais igualdade (em europês politicamente correcto diz-se 'coesão') na União Europeia e em Portugal.

Não vamos por aí.

Certamente houve (há) boas a más razões a favor do Brexit, assim como as houve boas e más contra o Brexit.

O assunto é demasiado complexo e importante. Exige-nos estudo e reflexão sobre diversos pontos de vista. Importa perceber que interesses e forças se movem hoje a favor e contra a manutenção da UE, tal como esta está a funcionar, quais as que defendem a sua reforma (em que sentido?)  e as que consideram que a UE é um factor negativo para o progresso dos povos. Obviamente que não se trata de opções a 'preto e branco' porquanto a compreensão dificíl é a dos conzentos.

Aqui ficam alguns primeiros contributos, diversos, para um debate que também diz respeito à cidadania cascaense.

 

 Many Thanks to the English Working Class

Referendo no Reino Unido: há que respeitar o voto soberano do povo!

O "Brexit" e os seus admiradores

Falemos então do Brexit

 

Juntemos opiniões.

 

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Cidadãos manifestam-se pela Escola Pública

manifescpubl01Um rio de gente percorreu, no passado dia 18 de junho, a Av da Liberdade em defesa da Escola Pública. Milhares de cidadãos e cidadãs, entre os quais bastantes do concelho de Cascais,  afirmaram o direito a um Ensino livre, de qualidade e para todos.

Ainda que a generalidade da comunicação social tenha procurado desvalorizar esta iniciativa ela não tem por isso um menor significado no Portugal de hoje.

O site "Gerigonça" descreve assim o acontecimento:
"Dezenas de milhares de pessoas desfilaram hoje entre o Marquês de Pombal e o Rossio. À cabeça da manifestação viam-se movimentos associativos, sindicais e políticos. Mário Nogueira, da Fenpfrof, e Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN não deixaram de marcar presença num movimento de que foram uns dos principais dinamizadores.

Todos os partidos da esquerda parlamentar apelaram à participação e fizeram-se representar. No topo do desfile, a ladear os movimentos associativos, estavam os representantes dos partidos: Porfírio Silva do Partido Socialista, Joana Mortágua do Bloco de Esquerda, Miguel Tiago do Partido Comunista Português e Heloísa Apolónia do Partido Ecologista os Verdes. No corpo da manifestação, os partidos não deixaram se de fazer representar aos mais alto nível demonstrando a importância que conferem à Escola Pública: Ana Catarina Mendes, Secretária-Geral Adjunta do PS, Catarina Martins, porta-voz do Bloco e Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP fizeram questão de estar presentes na marcha."

Antes da marcha, 5 intervenções marcaram o tom da manifestação: a crítica aos contratos de associação sempre que não sejam complementares à rede pública e a defesa de um maior investimento na Escola Pública, reconhecida como promotor de igualdade de oportunidades. Mário Nogueira, Helena Roseta, deputada constituinte e atual Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, e Ana Benavente, ex-secretária de Estado da Educação foram alguns dos que intervieram em nome dos movimentos que convocaram a manifestação em defesa da Escola Pública.

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'Imaginar cascais' - primeiro encontro

16junho018No dia 16 de Junho um conjunto de  cidadãos e cidadãs de Cascais reuniram-se na Parede para dialogar sobre o futuro do concelho. Num debate sereno e diverso foi possível encontrar multiplos pontos de encontro acerca da realidade presente de Cascais e do futuro que se imagina desejável.

Este foi o primeiro momento de um trabalho que irá continuar.

Ficou acordado realizar um jantar no dia 8 de julho onde será apresentada uma síntese do debate havido e perspetivada a continuidade  da reflexão acerca do porvir cascalense.

 

 Imagens do Encontro

 

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Escola Pública : uma afirmação de cidadania

popup marcha 290A Escola Pública é promotora de igualdade de oportunidades, daí a Constituição da República Portuguesa atribuir ao Estado o dever de promover uma rede de estabelecimentos públicos que satisfaça as necessidades de toda a população.

Apesar das limitações impostas por motivos de vária ordem, no essencial, a Escola Pública tem cumprido a sua missão reconhecendo-se nela uma resposta de qualidade e para todos, fruto do esforço dos seus profissionais, de pais e encarregados de educação, de autarcas e de todos os que acreditam ser a Escola Pública motor de progresso e de construção de um futuro mais democrático e solidário.

Num momento tão importante como o que vivemos na Educação, torna-se ainda mais importante afirmar a Escola Pública e, simultaneamente, rejeitar a ideia de que público e privado poderão ser uma e a mesma coisa. No respeito por todas as respostas educativas, públicas e privadas têm natureza diferente e como tal deverão ser respeitadas.

Quanto a financiamento, ao Estado compete garantir o que seja adequado à Escola Pública, contratualizando com privados apenas nos casos em que há insuficiência de resposta pública.

É neste quadro de afirmação de uma Escola Pública de qualidade e democrática que no próximo dia 18 de Junho, um sábado, em Lisboa, a Escola Pública sai à rua. Cidadãos e cidadãs promotores de uma Petição que já reúne dezenas de milhar de assinaturas, organizações e entidades diversas da sociedade portuguesa promovem a iniciativa cujos contornos serão oportunamente divulgados.

A concentração de quantos pretendem assumir publicamente a defesa da Escola Pública terá lugar no Parque Eduardo VII, a partir das 14.30 horas do já referido dia 18 de junho.

Os promotores

 

 

Assinar a petição:

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Razões de fraca participação cívica

Raquel Varela, num debate televisivo, apresentou algumas razões que considerava estarem na base de uma mais fraca participação cívica:

 

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  1.   4 Comentar
  Aires Esteves — A historiadora Raquel Varela, é das poucas académicas que procura abordar temas da nossa sociedade como é da "Franca Participação Cívica", e que muitos de nós temos algumas culpas! Porque não fazemos nada para manter a comunidade informada e participativa! Coisa que a maioria dos partidos po......
  Aires Esteves — A historiadora Raquel Varela, é das poucas académicas que procura abordar temas da nossa sociedade como é da "Franca Participação Cívica", e que muitos de nós temos algumas culpas! Porque não fazemos nada para manter a comunidade informada e participativa! Coisa que a maioria dos partidos po......
  Atento — "Assino esta petição por ser residente no Concelho de Cascais e estar plenamente de acordo com ela, as medidas impostas pela autarquia prejudicam todos, os residentes, os que nele trabalham ou os que se deslocam a este concelho"!. Maria Albertina M.M. em comentário à petição http://peticaopu......

“Imaginar Cascais”: dar voz à cidadania

Encontro de cidadãos/ãs do concelho de Cascais

16 de junho 2016, 21.00h

no Salão da Associação Humanitária dos Bombeiros de Parede

Imaginar cascais 16 de junhoApesar da localização geográfica e das condições naturais especialmente favoráveis com que Cascais foi dotado, e que ao longo da história lhe valeram uma posição privilegiada relativamente a tantos outros concelhos, é fácil constatar que o desenvolvimento do município tem deixado por resolver um sem número de problemas sociais e económicos, sem reduzir as enormes desigualdades entre as diversas zonas concelhias e entre cidadãos da mesma zona.
Quem pode não sabe? Ou não quer? Porquê?

A Plataforma Cascais - movimento cívico propõe-se promover e dinamizar a participação individual e coletiva de um cada vez maior número de cidadãos na análise do passado e do presente e dar voz à cidadania na construção democrática dos alicerces do futuro.
No próximo dia 16 de junho, no salão dos Bombeiros da Parede, vamos conversar sobre o nosso concelho. Porque entendemos que o futuro de todos está nas mãos de cada um, vamos imaginar Cascais como o queremos, abordando alguns dos temas que poderão ajudar na concretização desse futuro:

mf gd0516 w4j2390dxo- cidadania e democracia - Como dinamizar uma cidadania ativa promotora de uma democracia viva e atuante? Quais as razões que levam a um relevante alheamento da participação política nacional e local ?


- mobilidade e transportes - Como otimizar os transportes, as vias de comunicação e os estacionamentos, para que ninguém se sinta apeado ? Como melhorar a mobilidade entre Cascais, os concelhos limítrofes e a capital ?

- ambiente e urbanismo - Como aproveitar e valorizar as potencialidades ambientais e paisagísticas do concelho? Vamos debater e exigir uma política de ocupação dos solos que permita requalificar o ordenamento do território, para melhor viver e deixar viver?

- cultura e conhecimento - Como poderá uma política de  descentralização e de revitalização educativa e cultural substituir  em  Cascais uma "cultura" de simples consumo por uma cultura participativa e efetivamente participada?  O investimento autárquico em ações de impacto mediático promove a democratização da cultura e a acessibilidade aos bens culturais? De que forma as políticas culturais e educativas podem contribuir localmente para o combate à exclusão social e para a qualificação dos espaços ?

 

- lazer e desporto - Na acelerada evolução que vivemos, o que é o tempo livre ? Não será a melhor ocupação do tempo uma necessidade da saúde individual e coletiva ? Como é possível uma resposta efetiva que ultrapassando as meras iniciativas pontuais se constitua como uma aposta estratégica na fruição ambiental?

 

Participe.

A cidadania somos nós, todos!

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  1.   8 Comentar
  Administrador — A participação neste Encontro é aberta a todos(as) que queiram refletir em conjunto sobre um futuro melhor para o concelho....
  Administrador — A participação neste Encontro é aberta a todos(as) que queiram refletir em conjunto sobre um futuro melhor para o concelho....
  Tento — Espero ver neste debate não tenhamos medo de apresentarmos as nossas ideias e sugestões, e o que queremos para os nossos filhos e netos no presente e no futuro.... Eu vou estar presente com os meus familiares e amigos...

A Cidadania como Cultivo

jose barata moura
Artigo do Professor Doutor José Barata Moura

Universidade de Lisboa

Na revista Philosophica, 22, Lisboa 2003

(...)Homens  livres e escravos,  patrícios  e plebeus,  habitantes  de burgo e campesinos  de extra-muros,  súbditos  e monarcas,  detentores  de capital e proletários,  gente  «respeitável»  e  marginais,  autóctones  e  migrantes, saciados e desprovidos -  partilharam, ao longo de milénios, relações  diferenciadas  de  inclusão  e de  exclusão,  na categoria  (potencialmente  agregadora) de  «cidadania».

(...)

Ainda  nos  dias de  hoje, a «cidadania»  pode  ser  por alguns sectores brandida como o expedito estandarte para a incorporação  desvirtuada do descontentamento,  da resistência  e da luta, a uma sopa diluente das  diferenças, onde por mistificação  pseudo-axiológica  todos passam a disfrutar de um aparente estatuto  de «igualdade»  abstracta.(...)

Ler ou baixar aqui:  pdf Cidadania como Cultivo (5.10 MB)

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Manifesto Constitutivo

silvaAs eleições de janeiro de 2016 para a Presidência da República geraram na sociedade portuguesa movimentos agregadores de pessoas e de ideias que ganharam força bastante, nomeadamente junto de um grupo alargado de cidadãos do concelho de Cascais, para promover o desenvolvimento de um projeto cívico próprio, baseado num conjunto de princípios orientadores e de objetivos traçados ao longo da campanha, sublinhando a necessidade de recuperação de alguns dos caminhos "que Abril abriu" rumo a uma  verdadeira democracia. Para possibilitar de novo a esperança num futuro digno, livre, solidário, justo e próspero, e permitir restaurar a confiança dos cidadãos no Estado de Direito, nas instituições e nos titulares de cargos públicos. Para valorizar a presença cívica e política de cada um na construção de uma sociedade verdadeiramente de todos. Para fomentar o investimento continuado na formação e viabilizar o acesso alargado à aquisição de conhecimento e à criação de riqueza. Para combater o desemprego e a desigualdade de oportunidades e proporcionar o regresso dos portugueses que foram forçados a emigrar. Para consolidar um Portugal independente e democrático.
PLATAFORMA CASCAIS - Movimento Cívico é o nome escolhido para o grupo assim reunido, que se propõe, além do mais:

1.    CONSTITUIR UMA PRESENÇA CÍVICA ATIVA, um movimento independente e livre, de intervenção socio-       política, sobretudo ao nível local, que valorize a cidadania, ribeiro 0revitalize a participação democrática das forças de mudança concelhias na vida pública, estimule o envolvimento dos munícipes, a começar pelos jovens (de todas as idades), na solução dos problemas comunitários.

2.    PROMOVER A SOLIDARIEDADE, A COESÃO E A INTEGRIDADE SOCIAL do território concelhio, num permanente diálogo com outras organizações de objetivos convergentes, dando especial atenção à recuperação da dignidade das pessoas, ao respeito pela diferença, à inclusão, à luta contra a pobreza, contra a discriminação e contra o agravamento das desigualdades sociais.

3.    PUGNAR POR UMA DEFINIÇÃO ESTRATÉGICA NA CONSTRUÇÃO DO FUTURO, a começar no concelho, sobretudo na área das políticas sociais, na saúde, no ambiente, na educação, na ciência, na cultura, nos transportes, no ordenamento do território e utilização dos solos.

25 abril cravos4.    APOIAR AS MAIS CORRETAS E DINÂMICAS INICIATIVAS DE ÂMBITO ECONÓMICO, privilegiando o sector social e solidário, cooperar com as forças locais de inovação e de progresso, que valorizem o território e as pessoas que nele residem, o trabalho, a capacidade produtiva, e combatam o desemprego, o subemprego e a mão-de-obra de baixo custo. 5.    SINDICAR A GESTÃO DA POLIS, combater os abusos de poder e a corrupção, denunciar o tráfico de influências, a irresponsabilidade e impunidade dos infratores, a promiscuidade entre interesses públicos e privados, e defender a transparência dos processos e o aproveitamento eficaz e justo dos recursos públicos.

Cascais, 25 de Abril de 2016

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